TERAPIA URBANA

 

Terapia Urbana enfrenta a ilegalidade como uma degeneração do tecido urbano.

Uma casa construída por volta de 1965, ao lado da estrada, é a génese do Bairro Casal da Perdigueira, classificado como ilegal. A casa tornou-se a célula embrionária para uma novo b​airro ao longo de caminhos e estradas que geraram esta operação urbana. O processo propagou-se numa espécie de metástase, o que levou a situações complicadas e irreversíveis no ambiente construído.

Quarenta anos mais tarde, cerca de cem proprietários, realizaram o procedimento legal para se aproximar da Administração Pública, tendo como objectivo receber o reconhecimento legal para suas parcelas individuais e juridicamente restabelecer a conexão com o sistema central.

O bairro é como um organismo que integra o corpo da cidade. Embora seja um organismo que vive, não é legal e, portanto, não pertence ao mapa. Depende do diagnóstico para a cura. Para entender a complexidade apresentada em situações particulares que colidem e violam os requisitos legais uma prescrição é necessária.

Ao longo do processo, tornou-se consensual escolher um quadro urbano-legalista mais flexível em benefício da estabilidade e equilíbrio do organismo. 


​O espectro de soluções desafiantes entre ruptura com a viabilidade legal como sintomas graves e intervenções estética simples, estão no resumo final alta médica.

LOCAL: Bairro Casal da Perdigueira, Odivelas

CLIENTE: Comissão de Administração Conjunta do Bairro Casal da Perdigueira​

PROCESSOS:

Loteamento 2012

Urbanização 2013

Aditamento 2019

EQUIPA: joãomagala; Fernandes Chamusco; José Paiva e Joana Paias (eng.)

ÁREA: 4,7ha

LICENÇA: Alvará nº1/2015/DRRU- AUGI

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